Volume 11, Capítulo 2

O Escultor Lendário da Luz da Lua · Capítulo 101

Erva Daninha e seu grupo continuaram avançando com cautela, até que os portões do muro ficaram à vista. Ao lado dos portões havia homens de luvas brancas que pareciam ser guardas.

Dentes afiados!

Rosto pálido!

Mantos negros e coisas do tipo.

"Os guardas são vampiros."

Erva Daninha parou a uma certa distância.

"Não deveríamos atacar?", perguntou Mapan, fazendo uma pergunta para a qual ninguém conseguia responder.

Monstros extremamente inteligentes que não atacavam eram muito raros; as criaturas que podiam não atacar eram herbívoras, ou aquelas que viviam em árvores ou lugares semelhantes tinham menos agressividade — a menos que estivessem protegendo seus filhotes!

Mas os vampiros eram ligeiramente diferentes; talvez, de certa forma, eles tivessem emoções semelhantes às dos humanos. Erva Daninha deu um passo à frente.

"Talvez eu consiga iniciar uma conversa com eles. Deixe-me falar com eles."

"Isso pode ser perigoso... tenha cuidado, Erva Daninha-nim."

As palavras de Irene estavam repletas de preocupação. Assim que Erva Daninha terminou, a sempre alegre Yurin também se sentiu inquieta. Mas Erva Daninha, por ser quem era, assumiu a liderança e seguiu em frente.

"Não se preocupe. Eu vou encontrar uma maneira de evitar perigos e voltar vivo para cá."

Fé e força de vontade!

Apesar de ser um escultor por profissão, suas defesas eram bastante fracas; o tamanho do Reino dos Vampiros, o Todeum, e os guardas vampiros ainda eram desconhecidos. Mesmo assim, Erva Daninha já havia lutado contra um clã de Vampiros antes e teve que lidar com Tori inúmeras vezes, a ponto de entender suas leis e hábitos e conseguir usá-los em seu próprio benefício.

Geomchi5 se aproximou por trás.

“Eu vou com você. Não posso deixar que enfrente o perigo sozinho.”

"Sim, sahyeong (irmão mais velho)."

Erva Daninha e Geomchi5 caminharam com cuidado, passo a passo, em direção aos guardas vampiros. Geomchi5 era completamente confiável. Independentemente das diferenças de nível, ele não demonstrava medo diante dos monstros que encontrava. Nessa madrugada escura, eles avançavam, totalmente preparados; de repente, Geomchi5 fez uma pergunta.

"Mas Erva Daninha, por que não lutamos contra eles? Seja com morcegos vampiro ou uma aldeia cheia de vampiros, não deveríamos simplesmente atacá-los e destruí-los?"

No continente de Versalhes, os territórios pertencentes a uma raça de monstros eram locais populares para caçadas. Um exemplo disso são os Goblins, que possuem a Distribuição mais ampla; muitos deles se reuniam para construir fortalezas utilizando os materiais e as terras ao seu redor, especialmente as florestas. Cidades goblin ou fortalezas goblin!

Dito isso, por causa deles, a produtividade dos reinos vizinhos diminuirá. Geralmente, os senhores desses reinos contratam pessoas para caçá-los e destruí-los. Essas oportunidades não só aumentam sua reputação, mas eles também conseguem ficar com todos os saques. No entanto, Erva Daninha tinha uma opinião diferente.

"Talvez, mas ainda é cedo demais para tomar uma decisão."

"Cedo demais?"

"Sim. Ainda nem temos certeza se chegamos ao Reino dos Vampiros, certo? Porém, iniciar uma guerra contra os Vampiros causará mais danos do que benefícios."

"Entendi. Não queremos nenhum confronto inesperado depois de termos vindo até aqui."

"A guerra é a última opção, depois de tudo o mais."

"Sim, entendido."

Erva Daninha e Geomchi5 se aproximaram dos guardas vampiros.

"Parem!"

Os guardas vampiros rosnaram enquanto revelavam suas lâminas semelhantes a presas.

"O cheiro de sangues estranhos... Vocês são humanos?"

"Sim."

Erva Daninha respondeu em um tom humilde.

"O que fazem humanos em nossa terra? Este é um lugar onde vocês não podem entrar. Voltem de onde vieram!"

"Vão embora agora, e eu pouparei seu sangue."

Embora não demonstrassem abertamente sua agressividade, os guardas vampiros continuavam extremamente hostis. Nessa situação, os aventureiros normalmente recuariam ou optariam por lutar contra os guardas. Era o que acontecia nos casos típicos, mas Erva Daninha era diferente.

"O clima aqui é ótimo! Os morcegos podem voar alto no céu livremente, caçando os insetos que rastejam no chão."

"Eu entendo do que você está falando, humano."

"Eu concordo."

O guarda mostrou uma leve reação.

"E, de fato, dignos dos seus nomes como senhores da noite, as roupas que vocês usam são realmente luxuosas; repletas de elegância e sofisticação. Vestindo uma camisa branca, que contrasta com as calças pretas e o manto. Ah! Será que é o Manto das Trevas?! Sinto-me honrado em ver um item tão exquisito."

Erva Daninha se preocupava com as roupas deles.

Parece que os vampiros eram uma raça apaixonada por roupas, que davam muita atenção à sua aparência externa; o guarda vampiro à esquerda pareceu suavizar seu tom ao ouvir os elogios.

"Tire uma foto, assim vai durar mais tempo."

Embora o guarda da direita ainda mantivesse sua Postura de Batalha e parecesse pronto para atacar a qualquer momento, Erva Daninha conseguiu demonstrar o mesmo interesse pelo outro guarda. No entanto, eles poderiam perceber que ele estava fingindo se mudasse de um para o outro. Como o nível de Intimidade aumentou apenas ligeiramente, continuava havendo um risco enorme de eles se tornarem agressivos. Então, Erva Daninha tirou de dentro de si uma faca de gravação.

O guarda da direita perguntou.

"O que você vai fazer?"

"Vou dar a vocês dois presentes."

"Presentes?"

"Sim, vou criar algo especial. Ficaria muito feliz se aceitassem."

Então, Erva Daninha tirou um pedaço de Nabemok (algum tipo de material para craft?)

Existem várias maneiras de aumentar a intimidade. Ter uma língua afiada para inflar o ego de alguém é o método mais simples, mas tem efeito imediato, funciona apenas por um tempo e deixa de surtir efeito após certo ponto.

No entanto, para elevar a familiaridade a um nível mais alto e mantê-la, era preciso agir de maneira adequada de acordo com a personalidade da pessoa a quem se estava bajulando; além disso, realizar missões juntamente com essa pessoa ou superar algum tipo de desafio um com o outro aumenta a confiança, resultando assim em um status ainda maior de intimidade.

Mas havia uma maneira mais simples.

“'Dê presentes a eles!'”

Erva Daninha continuou aparando o Nabemok.

“'Os Vampiros gostam de garotas bonitas.'”

Ele poderia esculpir Seoyoon. Aparentando ter pouco mais de 20 anos, sua pele tinha a suavidade e delicadeza de alguém com 10 anos, uma beleza que desafiava as leis do envelhecimento. No entanto, esculpir Seoyoon era extremamente difícil; alcançar o mesmo nível de beleza exigia não cometer nenhum erro durante o processo de criação.

Se os Céus decidissem conceder a um humano algo próximo da beleza absoluta, não seria exagero dizer que Seoyoon era a destinatária dessa recompensa; por isso, imitar verdadeiramente esse nível de beleza era impossível. Além disso, entregar voluntariamente esse produto final aos vampiros era algo difícil demais de suportar.

“Embora... tenha sido confirmado que os vampiros preferem meninas pequenas.”

Erva Daninha se lembrou do momento em que libertou a cidade de Morata. O que saciou a sede de sangue do vampiro Tori por uma década inteira foi a estátua de uma pobre menina!

Meninas inocentes e amantes de jardins floridos, aquelas que se movem desajeitadamente sobre o gramado. Erva Daninha tomou sua decisão e começou a esculpir. Ele movia sua mão com habilidade usando a faca de gravação, da mesma forma precisa com que manuseava uma espada, e concluiu a escultura em um instante.

"Este é um presente."

"Um presente maravilhoso......! Nós somos pessoas que apreciamas as artes plásticas; e esta menina realmente agrada muito a nós."

Os guardas ficaram encantados. Amar meninas é uma característica principal dos vampiros! (*Na verdade, qualquer homem também, hehe-.*)

“Você pertence à classe dos escultores?”

"Sim."

"Nós, nobres da noite, nunca tivemos a oportunidade de nos relacionarmos com um gravurista antes, então você pode entrar. Muitos de nós adoraríamos ter a chance de apreciar suas obras."

Cansativo!

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Foi concedido acesso à aldeia de vampiros Seirun.

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Erva Daninha voltou e disse aos seus colegas que elogios e presentes fariam com que os guardas vampiros concedessem permissão para entrar.

"Tão bonito."

"Valente."

"Verdadeiros senhores da noite!"

Pale, Zéfiro e Mapan usaram palavras pintadas de maneira subserviente para impressionar. Em seguida, vieram os presentes.

"Este aqui é uma cauda obtida de um búfalo d’água."

"Este anel é um saque que consegui durante uma caçada."

"Jóias. Hehe."

Eles subornaram e bajularam os guardas até conseguir permissão para entrar.

"Vocês são bem legais. Certo, vão! Só não causem problemas, senão vamos expulsá-los."

Quanto a Maylon, Romuna, Surka e Yurin, eles puderam passar sem serem revistados de jeito nenhum.

"Quanto mais garotas bonitas, melhor... PASSES!"

Seu rosto ficou um pouco mais sério quando se tratou de Irene.

"Sinto-me desconfortável. Você acredita em Deus? Bem, não importa. Não fomos condenados. Em vez das vidas barulhentas do dia a dia, desfrutamos da serenidade da noite, como se ela fosse a fonte da vida. Mas, menina, tenha cuidado quando estiver na aldeia. Não use seu Poder Sagrado, caso contrário, não seremos responsabilizados pelo que acontecer com você e seus amigos."

Embora eles mostrassem os dentes afiados para ela, ainda assim lhe foi permitido passar, mas com um aviso.

"Você não pode entrar!"

No entanto, eles se opuseram firmemente a Seechwi. Orcs são criaturas inferiores! Visto que se consideravam nobres, os vampiros não permitiriam que algo que não correspondesse aos seus padrões Roam pelas suas ruas.

"Chwiik chwwik! Vamos lá."

Os olhares dos guardas permaneceram indiferentes aos pedidos de Seechwi.

"A nossa aldeia não é um lugar onde vocês, orcs, podem pôr os pés!"

Agora. É a vez de Geomchis.

"Bem, é simples. Façam o que vimos: façam alguns gestos aqui e ali."

"Sim, mas......"

"Esperem e prestem atenção. Vocês, eu vou começar primeiro."

Geomchi5 decidiu ser o primeiro a avançar em direção aos guardas.

"Ei, pessoal, não precisam ficar aqui!"

"Hã? O quê? O que você disse?"

Os guardas franziram a testa.

"Com rostos como os de vocês, vão afastar todo mundo por quilômetros..."

"Merda saindo da boca desse humano sujo!"

"O QUÊ? Seus malditos mortos-vivos!"

Geomchi5 estava a um passo de entrar em guerra com os guardas.

"Não faça isso!"

"Por favor, não."

Levou algum tempo para Erva Daninha e Zéfiro acalmarem a situação. Depois, foi a vez de Geomchi3.

"Fiquem atentos ao que eu vou fazer."

Erva Daninha estava tomado pela ansiedade, mas pensou: “Tanto faz”. Já que o método de Geomchi5 havia falhado, ele achou que Geomchi3 poderia ter aprendido algo, e por isso decidiu seguir em frente.

"Humano, não entre."

Os guardas o bloquearam.

"Mmhm, continue com esse ótimo trabalho."

Geomchi3 deu um tapinha no ombro do guarda enquanto tentava passar.

"Humano. Você não tem permissão para entrar."

"Ah, tudo bem."

"Um humilde humano como você, seu idiota, não tem autorização para entrar. Vire-se, a menos que queira morrer!

"O quê? Morrer......"

Os guardas ficaram ainda mais agressivos do que antes, então Erva Daninha e Zéfiro intervieram mais uma vez para acalmá-los. Observando a situação em silêncio, Mapan falou com um ar sério.

"Acho que eles não vão conseguir entrar na cidade. O que podemos fazer?"

O fato de nenhum Geomchis ter permissão para passar era uma crise grave.

"Sahyeongs! Não seria melhor lhes dar um pouco de bajulação para que permitam a entrada deles na aldeia?"

As palavras de persuasão de Erva Daninha não surtiram efeito. Até mesmo o racional Geomchi2 zombou da ideia de bajular um bando de vampiros."

"Eu tenho orgulho de ser humano! Não vou me curvar diante de um monstro desses ou de qualquer outro igual a ele."

declarou Geomchi2 com frieza. Geomchi3 e Geomchi5 compartilhavam da mesma opinião; todos os praticantes tinham a mesma mentalidade em relação aos vampiros.

"Isso está sendo tão problemático...", falou Erva Daninha com hesitação, "e se eles aprendessem escultura comigo?"

As habilidades de escultura de Erva Daninha haviam atingido um nível tão avançado que ele agora podia ensinar outros a esculpir. Visto que os vampiros apreciavam artes, se Geomchis oferecesse esculturas com tamanho semelhante ao deles como humanos, talvez lhes fosse permitido entrar na aldeia.

"Esculpir? Será que realmente precisamos disso?"

Geomchi2 respondeu em um tom irritado.

"Sim. Esculturas bonitas ajudam a atrair garotas, e também pode ser apenas um hobby extra."

"Sério? Só é preciso saber um pouco para atrair garotas e entrar na vila? Então por que não aprender?"

Era um motivo terrível para Geomchi2 começar a aprender, embora ele já estivesse pronto. Erva Daninha tirou uma faca de gravação e começou a aparar um arbusto próximo, fingindo que estava dando aula.

"Pronto. Assim que você terminar de esculpir essa ‘escultura’, poderei deixá-lo passar."

Geomchi2 e os instrutores, juntamente com todos os praticantes da escola, eram talentosos com espadas. Embora também fossem razoavelmente hábeis com armas menores, eles finalizaram a escultura simples.

Cansativo!

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A Sabedoria está muito baixa; não é possível aprender escultura.

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Erva Daninha ficou atônito. Quão baixa precisa ser a Sabedoria deles para impedir que aprendam essa habilidade?

"Sahyeong, poderia me dizer qual é o seu nível de Sabedoria?"

"Bem, deixe-me ver... É 8."

"......"

Geomchi3 se saiu ainda pior...

"Eu tenho 6?"

Geomchi4 também foi impressionante...

"Eu tenho 5."

Alguns outros praticantes tinham um nível extremamente baixo.

"Eu preciso ser tão impressionante quanto os professores. Estou com 3."

Tão baixo quanto 3! Erva Daninha não conseguia acreditar na situação.

"Você não começou com 10 em Sabedoria quando iniciou?"

A Escultura não exigia níveis altos de Sabedoria, ao contrário de algo como a magia — bastava ter um conhecimento básico para dominá-la; mas o Geomchis nem sequer atingia o requisito mínimo para essa habilidade. A boca de Geomchi3 se abriu, como se tivesse percebido algo.

"Ah, acho que sei por quê. Nossa inteligência foi reduzida."

"......"

"Não, Erva Daninha, não foi isso que eu quis dizer... No início, começamos com 10; e no trabalho anterior, antes de nos tornarmos Artistas Marciais, chegamos a 60."

Erva Daninha assentiu com a cabeça. Era um fenômeno comum que as estatísticas aumentassem nos primeiros dias. Se eles lutassem e vencessem o Centro de Treinamento Básico, poderiam escolher assumir a profissão especializada de Artistas Marciais, o que também exigia certo nível de Sabedoria para fazer a mudança de profissão.

"E por que você acha que a Sabedoria diminuiu?"

"Acho que foi devido ao fato de termos caçado e praticado repetidamente usando a mesma habilidade; abusamos dela por alguns dias, e nossa Sabedoria foi diminuindo progressivamente. Por outro lado, durante as caçadas, não parece que uma Sabedoria reduzida possa fazer alguma diferença contra os monstros."

"Entendi."

Uma repetição simplista fez com que a Sabedoria diminuísse. Erva Daninha também era igual a eles; mas ele aprendeu várias habilidades aqui e ali. Com a escultura como base, havia ainda pesca, culinária, reparos, forja, costura, além da coleta e aproveitamento de ervas.

Já Geomchis se limitou apenas às habilidades que podiam ser utilizadas em batalhas; eles lutaram e aprimoraram gradualmente essas habilidades, negligenciando completamente o declínio de sua Sabedoria ao longo do caminho.

Ignorância pura!

Essa situação revelava não apenas suas estatísticas, mas também suas características. Erva Daninha os aconselhou com cuidado.

"Se sua Sabedoria for muito baixa, vocês não conseguirão aprender novas habilidades quando surgir uma situação que exija isso. Portanto, é melhor aumentarem sua Sabedoria antes de entrarem na cidade."

"Sim, parece que é melhor fazermos isso."

De qualquer forma, como eles não conseguem aprender escultura, suas chances de entrar na cidade ficaram praticamente zeradas.

"Caçai pela área ao redor até subirem de nível e invistam todos os pontos de atributo ganhos em Sabedoria; só assim conseguirão aprender essa habilidade."

Erva Daninha não tinha confiança algum neste plano, mesmo tendo sido ele quem o criou. Os Geomchis eram um grupo arrogante e orgulhoso... que de repente parou completamente de se mover.

Através dos portões abertos da vila, as luzes das ruas começaram a se acender. À medida que a noite se aprofundava cada vez mais na escuridão, as ruas antes vazias da cidade ganharam vida, com todas as portas se abrindo e vampiros surgindo. Parece que os vampiros ficam ativos à noite. Vozes femininas ecoavam pelas ruas do mercado.

"Compre uma maçã!"

"Temos maçãs doces como mel para venda."

Vampiros fêmeas estavam vendendo maçãs na praça do mercado. Com pele imaculadamente branca e nariz reto, elas tinham uma estrutura física esbelta. No entanto, isso era algo que não podia ser visto pelos sentidos normais. Cintura fina, juntamente com corpos sensuais, eram características das vampiros, muito diferentes das garotas puras e inocentes!

"Koeheok!"

"O...o país dos sonhos, cara......"

Geomchi3 e Geomchi4 tremiam. De Geomchi5 até Geomchi505, todos correram rapidamente em direção à luz, com Geomchi liderando o grupo.

"Guardiões irmãos!"

"......"

"Estamos dispostos a servir, o que desejam? Talvez algo como uma massagem nas costas?"

"Você pode até comer os nossos pães de cevada, que usamos com moderação..."