Capítulo 162

Um Monstro que Sobe de Nível · Capítulo 162

“Oh, é realmente delicioso. Isso é simplesmente incrível.” (Rhosrahdel)

Rhosrahdel continuou a elogiar o produto enquanto mastigava com dedicação a barra de energia. Aquele que, há menos de cinco minutos, havia feito birra por não querer comer uma delas era como uma pessoa completamente diferente, vinda de outra dimensão, em comparação com o que ele é agora.

“É mais saboroso do que um pacote de sangue?” (Yi Hye-Rin)

Yi Hye-Rin, com os olhos arregalados de curiosidade, perguntou a ele.

“Bem, com certeza é muito mais barato.” (Rhosrahdel)

Até agora, Rhosrahdel havia adquirido – por meios definitivamente legais – pacotes de sangue e os utilizava como alimento. No entanto, o custo era bastante elevado. Cinco pacotes por dia resultavam em uma despesa que ultrapassava em muito os 9000 dólares por mês, somente com as contas de comida dele....

“É um sabor que eu nunca provei antes, então acho realmente interessante. Mas também acho que pode se tornar um pouco monótono com o tempo. Você disse que é o sabor de porco grelhado?” (Rhosrahdel)

“Sim. Acho que o sabor é bem parecido. Mas falando sério, você não consegue comer comida normal, nunca mais?” (Yi Hye-Rin)

“Sim. Se eu comer ‘comida normal’, vou morrer, pois não conseguirei digeri-la corretamente.” (Rhosrahdel)

Para ser mais específico, a comida comum não seria digerida e continuaria se acumulando no trato digestivo, até causar sua morte por asfixia.

Yi Hye-Rin ficou chocada com essa revelação e perguntou rapidamente.

“Você realmente vai morrer?” (Yi Hye-Rin)

“Claro.” (Rhosrahdel)

“….Uff.”

A expressão de Yi Hye-Rin se contorceu. Ela sempre achou que desfrutar de boa comida era um dos maiores prazeres repetíveis da vida, então algo assim soava como um destino invejável para ela.

Foi mais ou menos por aqui que Joo Ji-Hyuk decidiu interromper a conversa bastante íntima entre os dois, após observá-los com uma expressão desconfortável.

“Acho que, se você comercializar essa barra energética entre o exército e os membros da Ordem dos Cavaleiros, eles vão adorá-la de verdade.” (Joo Ji-Hyuk)

Sae-Jin deu de ombros antes de respondê-lo.

“Ah, é mesmo. Sim, talvez eu faça isso. Estou pensando nisso.” (Sae-Jin)

Criada graças à utilização de todos os artefatos de alto nível da TM, além de sua equipe talentosa, o preço de cada barra energética foi estabelecido em ₩6000 (US$ 5,58), sendo disponibilizada exclusivamente para Vampiros. Como esse preço foi deliberadamente baixo para garantir que os compradores pudessem se alimentar três vezes ao dia, o lucro obtido era quase zero, considerando todo o capital investido no projeto.

“Mas, se eu decidir vendê-la ao público em geral, o preço será maior do que o estabelecido para os Vampiros.”

Os Magos da Torre de Mago estão trabalhando em tempo integral no momento, e, devido à natureza de sua profissão, não há como reduzir os altos custos com mão de obra deles no presente instante.

Por enquanto, estava sendo oferecida uma isca: a possibilidade de alugar um dos grimórios de número 1 a 10 de Bangbae-Dong sem precisar passar pelo período de espera, desde que o Mago dedicasse 100 horas à sua fabricação. No entanto, a profissão de Magos era uma das mais bem remuneradas, exigindo um salário anual mínimo de 100 mil dólares, então…

Joo Ji-Hyuk olhou para a barra de energia com olhos ávidos e perguntou novamente.

“Então, qual seria o preço que lhe garantiria uma margem de lucro? Nós, da Aurora, deveríamos comprar muitas delas, não importa o custo de cada uma. Quer dizer, a fome é um inimigo que não podemos ignorar durante aquelas incursões que levam muito tempo para serem concluídas.” (Joo Ji-Hyuk)

“.....Hmm. Eu deveria pedir ao Senhor Hahn-Sung

informações mais detalhadas, mas, bem, algo em torno de ₩50000 por barra? (US$ 46,50) Talvez esse valor, ou um pouco mais.” (Sae-Jin)

“Ah. Nesse caso, gostaria de comprar algumas para mim mesmo, além de para os meus subordinados.” (Joo Ji-Hyuk)

Subordinados.

Quando Joo Ji-Hyuk alcançou o posto de maior Cavaleiro em sua ordem, ele também se tornou o chamado líder de uma equipe. Naturalmente, agora comandava cerca de quinze subordinados. Como consequência, seu orgulho e senso de dever tornaram-se ainda mais marcantes em comparação com antes.

Sae-Jin sorriu amplamente ao olhar para Joo Ji-Hyuk.

“Seus subordinados devem estar felizes por tê-lo como seu oficial superior.” (Sae-Jin)

Um sorriso também apareceu nos lábios de Joo Ji-Hyuk. Enquanto isso, o rosto de Yi Hye-Rin ficou levemente corado ao olhar para ele.

Ao ver aqueles dois, que flertavam abertamente mas até agora não haviam avançado em nada, Sae-Jin sentiu uma ligeira frustração no coração.

*

A média de barras de energia produzidas por dia era de 600 mil. Considerando que o número de Vampiros vivos ao redor do mundo era de aproximadamente 200 mil, podia-se dizer que eles não precisariam se preocupar com falta de suprimentos para ter três refeições por dia.

No entanto, era inevitável que houvesse Vampiros extremistas que se recusassem a comer essas barras de energia. Por isso, para se desfazer do estoque remanescente após abastecer os compradores dispostos, Sae-Jin perguntou aos Ordens dos Cavaleiros se eles também estariam interessados.

A Aurora e os Ordens dos Cavaleiros Corvo foram os primeiros a encomendar mais de 20 mil barras para seus membros. Quando essa notícia se espalhou, muitos Ordens de outros países se apressaram ao máximo para chegar o quanto antes ao balcão de pagamento da TM.

O preço de uma barra de energia foi fixado em ₩70.000 (US$ 65,10).

O empreendimento, que inicialmente tinha pouquíssimas perspectivas de lucro, de repente começou a gerar alguma fonte de receita.

Além disso, também podiam ser ouvidos rumores sobre conflitos surgindo dentro da sociedade de Vampiros devido à chegada dessa barra energética.

A razão pela qual eles queriam retornar ao seu planeta natal – o principal motivo pelo qual acabaram rejeitando a sociedade – foi resolvida de forma inesperada; portanto, talvez esse desenvolvimento fosse o próximo passo lógico.

Infelizmente para Sae-Jin, por mais tempo que esperasse, ele ainda não havia recebido nenhuma notícia do Vampiro mais importante de todos: Bathory.

“….Ainda não houve nenhum contato do lado de Bathory, certo?” (Sae-Jin)

Atualmente, dentro da sala de conferências subterrânea, onde todas as decisões relativas ao Monstro eram tomadas.

Sae-Jin perguntou a Kim Sun-Ho.

“Sim, chefe. Além de entregarmos um mapa com as coordenadas do centro de pesquisa subterrâneo dos el Las por meio de Rhosrahdel, não houve mais nenhum contato.” (Kim Sun-Ho)

“Hm…. A propósito, quantos membros existem exatamente no clã Bathory?” (Sae-Jin)

“Dois mil que vivem em Korea, e mais de dez mil se contarmos todas as relações indiretas ao redor do mundo, chefe.” (Kim Sun-Ho)

“Isso é mais do que eu esperava.” (Sae-Jin)

Sae-Jin ficou ligeiramente surpresa. Como ela parecia não ter muitos ‘agentes’ ativos, ele esperava que o número total também fosse baixo.

“E os demais?” (Sae-Jin)

“Os do clã Las somam trinta mil...” (Kim Sun-Ho)

“Somos cinquenta mil. Vinte mil estão fora da Korea, mas, ao receberem a notícia de que a cidade subterrânea já está tipo completado, eles estão entrando no país assim que podem.” (Lillia)

Enquanto estava sentada na ponta do sofá, foi Senhorita Lillia quem respondeu no lugar de Kim Sun-Ho. Como era de se esperar de Nosferatus, ele realmente achava que havia muito mais Vampiros na cidade subterrânea ultimamente.

Kim Sun-Ho olhou para ela e depois continuou.

“...Sim, chefe, ela está certa. Os demais são Vampiros que não pertencem a nenhum outro clã, e um bom número deles também é composto por prisioneiros.” (Kim Sun-Ho)

“Então é assim... Ah, antes que eu esqueça, Senhorita Lillia, em que data você disse que Nosferatus realizaria uma coletiva de imprensa?” (Sae-Jin)

Diante da pergunta de Sae-Jin, Lillia exibiu um sorriso radiante.

“Daqui a uma semana. Presumo que você estará presente, não é?” (Lillia)

Por meio de um processo democrático, Nosferatus decidiu anunciar publicamente sua intenção de adotar as barras energéticas como principal fonte de alimento e de se reintegrar à sociedade humana.

Seu plano também incluía abrir sua cidade subterrânea, bastante impressionante, aos estranhos, a fim de gerar receita turística, o que ajudaria a criar, a longo prazo, uma sociedade de Vampiros sustentável – é claro, depois que a aldeia dos Duendes tivesse sido realocada para outro lugar.

“Sim, claro.” (Sae-Jin)

Sae-Jin respondeu de maneira confiante. Ao mesmo tempo, chegou a mensagem de que os Cavaleiros, como Kim Yu-Rin, Yi Hye-Rin e Joo Ji-Hyuk, haviam entrado no prédio da Guilda após concluírem suas tarefas do dia.

“Bem, então vamos começar a reunião – para encontrar uma maneira de cuidar de todos os Mah-ins.” (Sae-Jin)

*

Em um quarto escuro onde um véu espesso parecia cobrir tudo, ainda existia uma única fonte de luz. Era a televisão, uma caixa maravilhosa que ajudava a aliviar o tédio de Bathory por um bom período de tempo.

Até mesmo hoje, ontem e também há dois dias atrás.

Daquela caixa retangular, continuavam a vazar as notícias de que “a TM inventou barras energéticas que podem ser consumidas por Vampiros”.

Bathory observava atônita enquanto as imagens continuavam sendo exibidas.

Imagens que mostravam o processo de fabricação das barras energéticas e um Vampiro comendo a barra; até mesmo as imagens das entrevistas com os Vampiros encarcerados – todas elas exibiam rostos felizes e sorridentes, indicando que o dia em que humanos e Vampiros se reconciliariam não estava tão distante.

– “Essa comida será distribuída para o resto do mundo, a um preço acessível, com o objetivo de estabelecer uma sociedade harmoniosa para todos nós.”

Com esse último comentário, as imagens chegaram ao fim. Bathory permaneceu atordoada, olhando fixamente para a tela da TV por um longo, longo tempo.

Cinco minutos, dez minutos…

O tique-taque do relógio soava monótono, mas muito claro, naquessa escuridão.

Depois de uma longa deliberação, Bathory finalmente abriu a boca.

“Ei, pessoal.”

Desta vez, seus alvos eram o comboio de Apóstolos que sempre a “protegia”. Na verdade, deveriam ser os Anciãos a desempenhar esse papel, mas não havia nenhum aqui. Bathory os matou a todos. Afinal, muitos deles preferiram o falecido Lorde Vampiro à líder do clã.

“Sim, minha senhora.”

O Apóstolo mais velho respondeu a ela.

“O que você acha?” (Bathory)

“.....É claro que devemos nos esforçar para retornar ao nosso planeta natal, minha senhora.”

A voz do Apóstolo tremia de forma imperceptível. Era um sinal de que, embora fosse sincero em sua crença, também estava abalado ao mesmo tempo.

“...É mesmo.” (Bathory)

Bathory murmurou com amargura e apontou para a TV. De seu dedo suave e refinado, um fino fluxo vermelho de energia vazou e entrou na TV. Em seguida, chamas irromperam de seu interior.

A TV, que até pouco tempo atrás exibia notícias desconfortáveis, se transformou em um monte de cinzas num piscar de olhos.

*

Ao voltar para casa, Sae-Jin sentou-se na cama enquanto aguardava que Yu Sae-Jung também chegasse. Ele planejava contar a ela aquela desculpa antiga de que iria viajar a negócios por alguns dias — já que participaria da eliminação da ameaça Mah-in.

No entanto...

Ela não queria aparecer, não importava quanto tempo ele esperasse.

Sete horas, oito, nove, dez e depois onze...

Quanto mais o tempo passava, mais sua cabeça fervia, e seus punhos se cerravam cada vez com mais força automaticamente.

Mas, finalmente, quando o ponteiro das horas estava prestes a tocar o ‘12’ — e bem na hora em que Sae-Jin pegou seu celular após sua raiva finalmente explodir...

*Efeito sonoro de uma porta se abrindo silenciosamente*

A porta da frente se abriu ligeiramente.

E passos cautelosos, ainda mais silenciosos do que o pó se assentando no chão, chegaram aos seus ouvidos.

Sae-Jin manteve-se deliberadamente escondido no quarto principal.

Os passos dela pareciam percorrer a sala de estar, o banheiro e, em seguida, a cozinha. Então, ele a ouviu soltar um suspiro de alívio, como se tivesse confirmado que não havia mais ninguém na casa.

Ela deve estar com a ideia errada de que ele ainda não voltou para casa, já que Sae-Jin disse a ela que está muito ocupado ultimamente.

“Ah, estou tão cansada~.”

Sae-Jin ouviu sua voz arrastada vindo logo além da porta do quarto. Quanto ela tinha bebido? Seus olhos se estreitaram como lâminas afiadas enquanto ele encarava a porta, parecendo um predador selvagem à espera de que sua presa aparecesse.

*Efeito sonoro de uma porta rangendo ao se abrir*

“Bocejo~…”

A porta se abriu.

Yu Sae-Jung entrou no quarto bocejando tranquilamente, mas então…

“@#%^!!!”

Ela caiu sentada no chão ao ver Sae-Jin sentado no escuro, como um demônio.

“Oh, Oppa, você já estava em casa?! ” (Yu Sae-Jung)

Com uma mão, ela arrumou às pressas seu cabelo desarrumado, enquanto com a outra escondia seu rosto avermelhado, com palavras arrastadas e gaguejantes saindo de sua boca. Sae-Jin a encarou em silêncio.

“……..”

“Ah, hum, é que eu, hã, encontrei minhas antigas colegas de classe e fazia muito tempo que não nos víamos, então... Foi uma surpresa tão legal, ficamos nos divertindo e acabei, hã, voltando um pouco mais tarde do que o normal~?” (Yu Sae-Jung)

“……..”

Ele continuou em silêncio.

“Eu também posso passar um dia divertido fora, sabe? Além disso, eu não fiquei fora a noite toda, certo? Ainda são, hã, 11:59 agora, ainda falta um minuto! Um minuto inteiro! E você também sempre fica fora a noite toda...” (Yu Sae-Jung)

Ela mostrou a hora para ele pelo celular.

Mesmo assim, Sae-Jin não disse nada.

“Isso.... Hum....” (Yu Sae-Jung)

“…….”

“Por favor, diga alguma coisa. Será que fiz algo extremamente errado?” (Yu Sae-Jung)

“…….”

“……Desculpe.” (Yu Sae-Jung)

“Tch.”

Sae-Jin acabou rindo da desculpa rápida dela. Como se Yu Sae-Jung também estivesse aliviada, ela se aproximou furtivamente da cama.

“…Cheguei em casa~.” (Yu Sae-Jung)

Ela entrou nos braços de Sae-Jin, agindo de maneira super fofa e cheia de aegyo. Ele perguntou a ela enquanto acariciava suavemente suas costas.

“Uma reunião, hein? Você se divertiu?” (Sae-Jin)

“Mhm. Acabei me lembrando de tantas memórias boas, já que não os via há tanto tempo.” (Yu Sae-Jung)

“Sério? Eu pensei que você não tivesse muitos amigos.” (Sae-Jin)

“.....Mas eu tenho, na verdade, quatro deles.” (Yu Sae-Jung)

Ter quatro amigos sendo a única neta de uma Chaebol era realmente muito. Ah, sim, com certeza era – declarou Yu Sae-Jung, justificando seu raciocínio.

“Ah, é verdade. Você não tem reuniões marcadas relacionadas à Torre de Mago?” (Sae-Jin)

“Sim, tenho, mas por que você pergunta?” (Yu Sae-Jung)

“Fiquei preocupado. Preciso viajar a trabalho nesta semana, mas estou preocupado que você beba demais e acabe se envolvendo em confusões...” (Sae-Jin)

“...Eu não vou fazer isso, então pare de se preocupar.” (Yu Sae-Jung)

Por um instante, será que os olhos dela brilharam de maneira perigosamente intensa?

“Parece que você tem conhecido muitas pessoas ultimamente, não é?” (Sae-Jin)

“Hm. Estão acontecendo um monte de coisas divertidas o tempo todo agora. Há as reuniões da Guilda, e também aquelas conferências dos diretores da Torre de Mago... Tudo isso graças ao esforço do Oppa.” (Yu Sae-Jung) (NT: Para ser sincera, nada disso parece muito divertido para mim, mas tudo bem, gostos são gostos, né...)

Sae-Jin sorriu e acariciou a cabeça dela.

“Nesse caso, a vida ainda deve ser divertida mesmo sem a minha presença, não é?” (Sae-Jin)

“….Que droga.” (Yu Sae-Jung)

Ele estava apenas brincando, mas a expressão de Yu Sae-Jung esfriou rapidamente. Era um olhar sério, completamente livre de qualquer travessura, algo que se via talvez uma ou duas vezes por ano.

“Obviamente, isso não é possível sem o Oppa por perto, porque você é a razão pela qual minha vida se tornou maravilhosa ultimamente. Caçando Monstros, sair e se divertir, mas sabendo que o Oppa está esperando por mim em casa – e também que, mesmo que ele não esteja em casa, você voltará em breve de qualquer forma... Sem isso, eu não conseguirei continuar.” (Yu Sae-Jung)

“....Sério?” (Sae-Jin)

“Isso mesmo. Então, fique ao meu lado pelo resto das nossas vidas, ok? E pare de dizer essas coisas de azar também.” (Yu Sae-Jung)

Yu Sae-Jung falou com um rosto sério e determinado.

“Tudo bem.”

Sae-Jin assentiu com a cabeça. Só então ela deu um sorriso caloroso e deu um beijinho em sua bochecha. Mas isso durou apenas um instante breve. Seus olhos se estreitaram de repente enquanto ela falava.

“….Ah, e aliás. Yu-Rin Unni postou uma foto em sua rede social ontem. Vocês comeram sushi, não foi?” (Yu Sae-Jung)

“…..Ahaha, haha…”

“O que há de tão engraçado?” (Yu Sae-Jung)

Ele riu, um pouco sem jeito. Em seguida, pressionou seus ombros e a empurrou para cima da cama, interrompendo seus esforços para interrogá-lo.

“Não tente encobrir isso..... Eu-euph.” (Yu Sae-Jung)

Ele não queria se preocupar com coisas pequenas naquele momento.

Ele simplesmente uniu seus lábios aos dela como uma demonstração de seu amor.

Sae-Jin passou a noite acariciando o corpo de uma mulher que ele achava cada dia mais bela.

< 47. Mah-in (3) > Fim.